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Pessoas com falta de dente têm quase o dobro do risco de morte PDF Imprimir E-mail
Seg, 25 de Julho de 2016 16:02

Segundo estudo dirigido pela European Journal of Preventive Cardiology pessoas com problemas cardíacos coronários que sofrem com a falta parcial ou total dos dentes tem quase o dobro do risco de morte em relação a pessoa com a totalidade dos dentes.

O estudo feito com mais de 15 mil pacientes de quase 40 países revelou que os níveis de perda de dentes foram diretamente associados ao aumento das taxas de óbitos de cardiopatas.

 

Dessa forma, a perda dos dentes não é apenas uma questão estética que impacta a autoestima de homens e mulheres, já que comprovadamente influência na mastigação e na digestão de alimentos. 

Em casos mais graves de infecções, as bactérias que estão instaladas na cavidade bucal podem se deslocar para outras partes do organismo, o que pode gerar problemas no coração, pulmão e fígado.

A relação entre a saúde dental, particularmente com a doença periodontal, que também é chamada de doença de goma, e doenças cardiovasculares passou a receber atenção crescente durante os últimos 20 anos. 

A doença de goma compromete os tecidos que dão apoio aos dentes. Esta situação pode ficar mais grave associada à inflamação da gengiva e ação de micro-organismos. 

Na maior parte das vezes, a melhor solução será recorrer a um implante odontológico, ou em casos onde o paciente não disponibilize de muito tempo, o implante de carga imediata é sem sombra de dúvida a opção mais recomendada.


Contudo, este foi o primeiro estudo definitivo para avaliar prospectivamente a relação entre a falta de dentes e o aumento de risco de mortalidade de pacientes com doença arterial coronariana.

Os usuários participantes da pesquisa foram acompanhados por uma média de 3 anos. As associações entre perdas de dentes foram calculados após ajustar para fatores de risco cardiovascular e status socioeconômico. A isso foram associados os principais eventos cardiovasculares, como infarto do miocárdio e morte por acidente vascular cerebral.

O padrão de pacientes com um alto nível de perda de dentes foi: mais velhos, fumantes, mulheres, hipertensos, com maior índice de massa corporal, propensos a ter diabetes, que não praticam atividade física e com menor escolaridade.

Durante o acompanhamento desse grande grupo, houve 1 543 eventos cardiovasculares de maior proporção, 705 mortes cardiovasculares, 1 120 mortes por qualquer causa e 301 derrames.

Após regular para fatores de risco cardiovascular e status socioeconômico, cada aumento na categoria de perda dentária foi associado a um risco maior de 6% dos eventos cardiovasculares mais graves, 17% maior chance de risco de morte cardiovascular, 16% de risco de morte de diversas causas e 14% de aumento de risco de acidente vascular cerebral (AVC).

Comparado com aqueles com todos os dentes, após a conciliação dos fatores de risco e status econômico, o grupo daqueles pacientes que não possuem dentes apresentou 27% a mais de risco de eventos cardiovasculares maiores, 85% maior de chance de risco de morte cardiovascular, 81% de elevação de risco de todas as causas de morte e 67% maior chance de incidência de acidente vascular cerebral.

O aumento do risco foi linear, apresentando maior situação de perigo aqueles com pouco ou nenhum dente remanescente.  Por exemplo, os riscos de morte cardiovascular e todas as causas de morte foram quase o dobro em relação aqueles com todos os dentes restantes.

Cerca de 16% dos pacientes estudados não tinha dentes e aproximadamente 40% possuíam apenas a metade de seus dentes.

E quando o assunto é a perda de dente, a gengivite é uma das causas mais comuns. A inflamação causada pela doença desencadeia o processo de aterosclerose e pode explicar as associações observadas no estudo. 

A prevenção e o cuidado com a saúde bucal ainda é a melhor saída para evitar a perda de dentes.

Por isso, é extremamente recomendável uma higiene bucal adequada, enfatizando o efeito positivo da escovação, o uso de fio dental, a ingestão moderada de alimentos ricos em açúcar e a visita frequente ao dentista. 

Os resultados positivos da escovação e do uso do fio dental já estão previamente bem estabelecidos. O potencial de efeitos positivos adicionais sobre a saúde cardiovascular seria um bônus.


 

Colaboradores


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