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Home Entrevistas Eloísa Reis transforma dor em informação e caridade
Eloísa Reis transforma dor em informação e caridade PDF Imprimir E-mail
Ter, 16 de Abril de 2013 18:28

O câncer é uma questão genética em15% e estilo de vida estressada em (85%)

A vida muitas vezes nos traz situações muito inesperadas, foi o que ocorreu com Eloísa Reis, especialista em odontologia restauradora, estética, reabilitação e implantes, em 2012 ao descobrir um câncer de mama. “Acredito que devido minha vida atribulada de professora, esposa, mãe, dentista isso elevou o nível de estresse provocando o câncer de mama, pois não há histórico em minha família”, avalia ela.

A notícia foi um choque em sua vida, pois seus filhos estavam com três e seis anos, havia perdido duas pacientes com câncer de mama e uma colega de profissão. Os fatos a deixaram muito assustada e temerosa. “Neste período complicado ganhei o livro Anti Câncer, do autor Dr. David Servan- Schreiber, médico neuro- psiquiatra, francês, que discute todas as fases pelas quais uma pessoa com câncer passa e isto modificou o meu olhar perante ao problema. E ainda tive a sorte de descobrir bem no início, sendo que precisei fazer somente a cirurgia e não quimioterapia”, descreve Eloísa.

Autor
Dr. David era professor e diretor do Centro de Medicina Integrada da Universidade de Pittsburgh pesquisador da área de neurociência e professor da Universidade de Lyon, na França. Pesquisava o córtex cerebral com mais dois amigos. Utilizavam o aparelho de ressonância magnética do hospital após 20 horas. Pagavam um salário mínimo para que os alunos fossem cobaias, um dia um aluno faltou e sugeriram que Dr. David entrasse na máquina e descobriram um câncer em seu cérebro. O prognóstico o dava seis meses de vida, fez cirurgia e quimioterapia com o melhor neuro-cirurgião oncologista.
Passado pouco tempo o câncer voltou. Depois da cirurgia e quimioterapia, perguntou ao médico o que poderia fazer para prevenir uma recaída, este disse não havia nada a fazer, que vivesse sua vida normalmente, fariam ressonâncias em intervalos regulares. Se voltasse a detectariam no início para poder retardar a evolução. “Não há exercícios? Alimentos para evitar ou sugeridos, devo cuidar da minha mente”? questionava Dr. David. Segundo o pesquisador os avanços na oncologia acontecem numa velocidade inaudita, a medicina é evoluída no curativo, mas no preventivo não há tempo para se saber, resolveu então pesquisar tudo que poderia ajudar seu corpo a se defender.
Eloísa foi lendo e se encantando com as descobertas feitas e resolveu transformar sua dor em conhecimento e informação para as demais pessoas que estivessem ou não com câncer. Sua primeira palestra ocorreu na Igreja Central Adventista para 400 presentes, sucesso total, foi convidada para palestrar em outras igrejas. Inclusive em um salão de beleza em que a cabeleireira está com câncer de mama e sem boas perceptivas de vida. Suas declarações e informações passadas ajudou a profissional ter maiores chances de vida devido as mudanças de comportamento sugerida no livro.
“Depois de tudo que aconteceu, os resultados das pesquisas, a mudança de comportamento das pessoas que estiveram em minhas palestras analiso que tive uma outra chance de vida. Inclusive no mês de março inicio um trabalho voluntário no Hospital do Câncer na área de odontologia. Considero que o câncer me transformou numa pessoa melhor”, conclui Eloísa.

 

 


 

Resultados de diversas pesquisas contra o câncer

Na Ásia os cânceres que afligem o ocidente como de colo, mama e próstata são de 7 a 70 vezes menos freqüentes. No entanto, os homens asiáticos que morrem de outras causas possuem os micro tumores pré-cancerosos em suas próstatas como os ocidentais, porém alguma coisa na maneira de viver deles impedem que esses tumores não se desenvolvam, ao mudarem-se para o ocidente a taxa de câncer alcançou a nossa em uma geração.
Estudo recente feito na Dinamarca onde existe um registro detalhado que traça as origens de cada indivíduo, os pesquisadores encontraram os registros de mais de mil crianças, adotadas ao nascer e sua conclusão foi publicada em uma das revistas de maior referencia na medicina (New England Journal Of Medicine) as crianças adotivas mostram que elas repetem as taxas de câncer dos pais adotivos e não dos pais biológicos.
Pesquisa na Universidade da Califórnia de 2005 mostra que 93 portadores de câncer de próstata eram acompanhados uns pelo PSA sem cirurgia como grupo controle e a outra metade sob tratamento por um ano:
- regime vegetariano
- vitaminas E, C, selênio +1 g de ômega 3 ao dia
- 30 minutos de caminhada 6 vezes por semana
- práticas de gestão do estresse
- 1 hora de grupo de apoio por semana
Dos 41 tratados nenhum precisou passar por qualquer tratamento alopático e seu sangue era sete vezes mais capaz de inibir o crescimento das células de câncer. Os outros 49 viram seu câncer se agravar.
Estudo realizado na Universidade de Montreal com mulheres portadoras de genes BRCA-1 e BRCA-2 cancerígenos para mama. Quanto mais frutas, legumes e verduras essas mulheres comiam (27 poções por semana) reduziram em 73% o risco de desenvolver o câncer. Outra pesquisa da Universidade de São Francisco: pacientes com genes para o câncer de próstata agressivo e metástico comiam pelo menos duas vezes por semana peixes ricos em ômega 3, possuíam cinco vezes menos possibilidade de desenvolver o câncer.
“Tais descobertas mostram que genes do câncer podem não ser tão perigosos se não forem desencadeados pelo estilo de vida. O médico autor não tem intenção de eliminar ou ignorar os tratamentos convencionais como quimio, radio e cirurgias e medicações, mas igualmente ignorante é fechar os olhos para a capacidade natural do corpo em se defender”, enfatiza Eloísa.
Indutores do Câncer:
- cigarro;
- substâncias cancerígenas;
- regime ocidental típico;
- excesso de estresse e má gestão das emoções,
- falta de atividade física.
Intoxicação: três fatores abalaram muito nosso meio ambiente em 50 anos:
1 – aumento considerável do consumo de açúcar;
2 - transformação da agricultura e pecuária e conseqüentemente dos nossos alimentos,
3 - a exposição a múltiplos produtos químicos que não existiam antes de 1940,
Antes do açúcar, consumíamos 2 kg de mel por ano, passamos a 5 kg de açúcar em 1830 e alcançamos 70 kg ao final do século XX.
O câncer (tumores) se expande com o açúcar através da nutrição do tumor, do crescimento e da inflamação. O açúcar, gorduras ruins, e farinhas brancas elevam a glicemia e o aumento da insulina que inflama os tecidos sendo adubo para o câncer.
Um estudo realizado pela área de nutrição da Universidade do Colorado descobriu que certas populações não possuem e nem conhecem a acne. Uma equipe de dermatologistas visitaram Kitavan na Nova Guiné e os índios Ache, aldeia isolada no Paraguai, e o que descobriram? É que estes jovens não utilizavam farinha branca e açucares em sua alimentação. O processo inflamatório do câncer acontece da mesma maneira que a acne, com a elevação da glicemia e conseqüentemente da insulina. “Devemos pensar em alimentos com baixo índice glicêmico”, adverte a dentista.
O câncer é uma doença crônica, vamos voltar a história de Dr. David, quando ele esteve no Tibet aprendeu que havia dois sistemas de saúde: o Dalac hospital com médicos de vários países e os tratamentos mais modernos ocidentais e a medicina tibetana tradicional. Como ele havia passado pelo câncer foi a vários lugares e questionava com o próprio povo onde eles se tratariam e esses diziam que se sua doença é aguda, use a medicina ocidental, sua doença é crônica use a medicina natural. O câncer demora de quatro a 40 anos para se desenvolver. E para evitá-lo a orientação é uma vida regrada e natural.

Quem tiver interesse em agendar uma palestra com Eloísa Reis, pode entrar em contato pelo telefone: 16-3702-4465.

 

Colaboradores


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