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Home Entrevistas Marilucia Rodrigues: o amor pela carreira
Marilucia Rodrigues: o amor pela carreira PDF Imprimir E-mail
Qui, 03 de Outubro de 2013 18:53

Formada em 1977, pela Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto – USP, Marilucia Nassif Alves Rodrigues se especializou em endodontia, na Faculdade de Odontologia de Araraquara, com o professor Dr. Mario Roberto Leonardo e equipe. Posteriormente, interessada em ampliar seus conhecimentos, fez diversos cursos de aperfeiçoamento voltados para odontopediatria e ortodontia. Conheça um pouco mais desta sua colega de profissão:

Papiro - O que a levou fazer odontologia?
Marilucia - Na adolescência, estive mais envolvida com a área artística e humana, no entanto passei a conhecer e me relacionar com bons profissionais da área odontológica. Eles me motivaram, demonstrando o valor da profissão e despertando meu interesse por ela.
Papiro - Como foi o início de sua carreira?
Marilucia - Como toda profissão foi necessário conquistar meu espaço. Tive o privilégio de conviver com profissionais excelentes, sempre dispostos a me orientar quando necessário e isso facilitou meu desenvolvimento.
Papiro - O que mais lhe marcou?
Marilucia - As dificuldades enfrentadas para conciliar a carreira com o papel de mulher e mãe. Essas, porém não me desestimularam, ao contrário, me levaram a procurar sempre mais conhecimento para exercer com responsabilidade, cada vez maior, minha profissão.
Papiro - Como avalia a profissão de dentista atualmente?
Marilucia - A odontologia evoluiu demais nesses mais de 30 anos. Fico impressionada com os recursos tecnológicos, materiais diferentes e melhores a cada dia. O cliente, conhecedor dessa evolução, apresenta-se cada vez mais exigente, buscando tratamentos que atendam bem suas necessidades. Por isso, o profissional não pode se sentir satisfeito com os conhecimentos adquiridos, ou rapidamente será ultrapassado. Acredito também no benefício das parcerias, já que se torna impossível exercer e executar bem a odontologia em toda a sua dimensão.
Papiro - O que era melhor no passado?
Marilucia - Não acho que exista um passado melhor, já que a experiência e o conhecimento nos tornam melhores profissionais a cada novo dia.
Papiro - Além de dentista, também se casou com um colega de profissão, Francisco Antônio Alves Rodrigues, como é a atuação do casal?
Marilucia - Como em todo relacionamento, foi necessário aprender a respeitarmos nossas diferenças e individualidades também na profissão. Exercemos especialidades diferentes que podem se completar e favorecer o cliente quando necessário.
Papiro - Quais os benefícios?
Marilucia - Os benefícios são os mesmos de uma sociedade. Como qualquer empresa procuramos investir e trabalhar para o nosso crescimento.
Papiro - Quantos filhos tiveram? E como foi conciliar a profissão com os afazeres domésticos, além da criação dos filhos?
Marilucia - Tivemos quatro filhos que foram e são nossa alegria, mas na idade em que exigiram maiores cuidados, tivemos o privilégio de ter minha mãe e minha sogra para nos ajudar-nos. Não foi fácil, mas foi gratificante ter me mantido na profissão até agora.
Papiro - Qual a diferença da APCD de ontem para hoje?
Marilucia - A mesma diferença que sentimos em tudo com o passar do tempo – a cidade cresceu, o número de colegas também. Comecei a freqüentar a APCD no último ano da faculdade e desde então sempre estivemos envolvidos em suas atividades, seja liderando ou prestigiando aqueles que a lideram. A APCD de ontem, embora preocupada com o conhecimento científico, tinha o privilégio de oferecer oportunidades para um convívio social mais próximo, porque isso era bem acolhido pelos colegas. Havia sempre um grande número deles participando de todos os eventos, fossem esses muito bem organizados, ou uma simples festa junina na chácara de alguém. Era prazeroso estarmos juntos, nos relacionando com filhos e familiares, independente da idade ou tempo de profissão. Parecia mesmo uma grande família. Posso afirmar que o nascimento e infância de meus quatro filhos foram na APCD. Hoje, a Associação é bem estruturada e pode oferecer muitos benefícios aos associados, principalmente na qualificação profissional e isso foi conquistado com muita luta. Porém, sinto-me um pouco culpada por não termos conseguido transmitir esse envolvimento social aos novos colegas, deixando que eles perdessem esse grande privilégio.
Papiro - Qual a sua perspectiva para classe odontológica?
Marilucia - A classe odontológica, a nível nacional, necessita de maior representatividade para reivindicar seus direitos e reconhecimento. Temos conhecimento, evoluímos muito, temos excelentes profissionais, no entanto, ficamos abaixo de muitas profissões. Mesmo com o advento da publicidade a nossa volta, ainda somos subvalorizados. A sociedade, de modo geral, não nos vê como profissionais de grande importância que somos para a manutenção de sua saúde geral. Não tenho uma perspectiva diferente desse quadro para os próximos anos, mas desejo que meus jovens colegas enxerguem isso e lutem pela classe, assim como lutam pelos seus consultórios. Aproveito essa oportunidade para destacar meu agradecimento a todos os colegas que voluntariamente batalharam, desde o seu surgimento, na liderança de nossa Associação, como presidente , presidente de semana odontológica e demais cargos, que exigiram dedicação, muitas vezes comprometendo seu próprio consultório. Tivemos muitas lutas e até discórdias, porém isso nos fez fortes! Valorizo muito a iniciativa do colega Dr. Geraldo, que desde sua posse como presidente teve a iniciativa de realizar essas entrevistas. Contar nossas historias e trajetórias, nos permitindo fortalecer nossa identidade como Associação. Como diz o ditado – “Um povo sem passado é um povo sem identidade”. Nós cirurgiões-dentistas, associados da APCD, somos um povo com muitas histórias, com um grande passado e uma forte identidade.

 

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