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Mesma profissão, mas com histórias e visões um pouco diferentes PDF Imprimir E-mail
Seg, 22 de Setembro de 2014 18:51

Nesta edição mudamos um pouco a editoria de Entrevistas. Conversamos com dois cirurgiões-dentistas que discorreram sobre suas histórias, dificuldades, de que maneira veem a profissão e o que esperam dela, são eles: Rodrigo Donegá Sanches e João Flávio Nishihara Pinto Rodrigues.

 

Jornal APCD - Onde se formou e quando?
Rodrigo - Me formei na Faculdade de Odontologia de Uberaba-UNIUBE, no ano de 1995. Sou clínico geral.
João - Conclui minha graduação na Faculdade de Odontologia de Araraquara FOAr - UNESP, no ano de 2008.
Jornal APCD - Como iniciou na profissão? O que o levou a ser cirurgião-dentista?
Rodrigo - Assim que me formei em Uberaba/MG, me mudei para o Rio Grande do Sul, onde fiquei por dois anos trabalhando pelo Estado e pelas Prefeituras de duas cidades do interior. Posso dizer que essa foi minha verdadeira iniciação na profissão porque nessa experiência com aqueles pacientes, pude aprender a verdadeira odontologia e me apaixonar por ela. Logo depois, voltei para Monte Alto,  montei consultório e ingressei no atendimento público, em uma escola da cidade. Em 2002, me mudei para Franca e trabalho desde então em consultório próprio. Não tive na infância familiar que vivesse a odontologia e que pudesse me influenciar, porém desde cedo, sempre admirei os profissionais que a exerciam. Interessei-me pela profissão pela admiração e influência de meu dentista. Não posso negar que chegando próximo aos vestibulares, não tenha tido alguma dúvida se realmente seria o que gostaria de fazer para “sempre”. Mas essa dúvida desapareceu assim que comecei a faculdade.
João - Iniciei a profissão assim que me formei, trabalhando no consultório dos meus pais que também são dentistas. Após um período, fui contratado pelo SESI para fazer parte e coordenar um programa de prevenção de saúde bucal dentro da indústria francana, que acabou se estendendo para a região. O que me levou a ser cirurgião-dentista foi a observação, o contato e a afinidade com trabalhos manuais que sempre tive, com o legado familiar.
Jornal APCD - Quais foram as principais dificuldades enfrentadas ao longo de sua carreira?
Rodrigo - Nesses 19 anos, várias foram as dificuldades encontradas na  carreira. No início, as incertezas da profissão, os temores, as inseguranças, a necessidade de reconhecimento, foram as principais dificuldades. Com o passar dos anos, as incertezas da profissão continuam a atormentar, descobri que essas incertezas são as mesmas para quase todas as pessoas, independente de sua profissão. A necessidade de reconhecimento e confiança pelos clientes no consultório é um “objetivo” que me faz sempre continuar a realizar meu trabalho. E a necessidade de acabar com o sofrimento de uma pessoa e promover a saúde bucal são o foco que tenho todos os dias.
João - As principais dificuldades foram em questões administrativas de gerenciamento empresarial do consultório, ansiedade e imediatismo na minha inserção no mercado de trabalho.Jornal APCD - Atualmente, os pacientes têm procurado mais o dentista para prevenção? Como está o comportamento da população em relação à saúde bucal?
Rodrigo - Ainda hoje no meu consultório, a maior procura dos clientes é pela “odontologia curativa”. A maioria dos clientes procura os consultórios para reparação de algum dano. Ainda deixam para última hora como eles próprios dizem. Porém, há sem dúvida um aumento da procura por prevenção. Existe hoje em dia, um aumento das informações sobre saúde nos diversos meios de comunicação. E, para o bem das pessoas, a odontologia contribui muito com  essas informações. Jornais, revistas, internet, novelas, programas diários de televisão, sempre trazem notícias e informações sobre saúde bucal. O que faz com que as pessoas se interessem mais pela saúde da sua boca. E no bairro que atuo, desenvolvo ainda com bastante frequência a odontologia estética dentro dos padrões da odontologia que exerço. Acredito que isso ocorre pelas influências acima citadas.
João - A prevenção é sem dúvida alguma, a guardiã da saúde. A população hoje possui acesso facilitado à informação e quer saber o que precisa para ter um sorriso saudável. A respeito do comportamento em relação à saúde bucal, vejo que as pessoas tem-se preocupado mais não só com a saúde bucal, mas também em cuidar de sua saúde como um todo. Isso faz com que haja uma procura maior pelo cirurgião-dentista.
Jornal APCD - O que tem dificultado o avanço da prevenção na população?
Rodrigo - Penso que ainda o motivo principal é o financeiro. Apesar de ser mais barata a prevenção, as pessoas ainda não entendem a diferença entre odontologia preventiva e curativa. E também entendo a necessidade contínua de uma maior educação através de informações em relação a essa prevenção. A esperança são as gerações futuras, mas a responsabilidade é da nossa geração.
João - São dois fatores: primeiro para a população em geral é evidente a falta de infraestrutura, saneamento básico, de educação, de planejamento que são de responsabilidade de ações governamentais. O outro fator em questão é a veiculação da informação. A internet tem um papel muito forte neste quesito onde nós temos a boa informação e a péssima informação. O problema esta nos filtros de quem as interpretam. Um exemplo claro é o que vivemos hoje no supermercados e farmácias onde temos diversos tipos de dentifrícios disponíveis a população com um marketing muito forte em cima destes produtos de higiene bucal, com preços e clichês muito convidativos para o consumidor. Porém a população se perde em meio às prateleiras na hora de escolher, visto que muitos em sua escolha não consultam o seu cirurgião-dentista e acabam optando por um produto não direcionado para o devido problema diagnosticado pelo próprio paciente, que fez a consulta via ‘’Dr.google’’. Isto tem gerado muita confusão na cabeça dos pacientes.
Jornal APCD - Quais os principais problemas apresentados pelos pacientes no consultório?
Rodrigo - A cárie dentária é o maior problema e como consequência, temos que realizar restaurações, tratamento endodôntico, próteses e extrações. Tanto quanto a cárie há também o problema  periodontal. Muitas vezes o paciente nem sabe que tem e a maioria para não dizer todos pacientes, apresenta alguma alteração do periodonto precisando de intervenção.
João - Hoje o maior problema apresentado dentro do meu consultório são as erosões dentárias, ou seja, perda de tecido dental (esmalte/dentina) seguido de hipersensibilidade dentinária. A vida moderna tem gerado danos aos dentes. O consumo excessivo de bebidas e alimentos industrializados, hábitos nocivos como fumo e álcool, drogas ilícitas de origem química promovem alterações significantes na boca, promovendo então uma variação excessiva de Ph salivar. Isto acaba gerando o aparecimento de cáries, dissolução do esmalte, hipersensibilidade, apertamento, ranger dos dentes, problemas na oclusão dentária. Percebo que de um modo geral, a população esta escovando demais os dentes (desgaste) de uma forma desorientada, não interessante, pois promove perdas irreversíveis aos tecidos dentários. A necessidade do alivio da dor/incomodo, da recuperação da estrutura dentária, da função e a observação da estética perdida levam o paciente a procurar o consultório.
Jornal APCD - Para quais caminhos a odontologia está avançando?
Rodrigo - Acredito que ainda o caminho para a prevenção é o nosso norte. As especialidades, as técnicas, os materiais, a abordagem profissional, a relação humana, o aprendizado são fundamentais para gente alcançar este ideal.
João - A odontologia caminha e com um forte avanço para a odontologia minimamente invasiva, juntamente com a bioengenharia de materiais odontológicos, que vem fazendo um papel importantíssimo para a ciência x prática clínica do cirurgião-dentista.
Jornal APCD - O que podemos esperar no futuro da odontologia?
Rodrigo - De forma simples, sem devaneios, o dentista ainda promovendo saúde.   
João - Acredito que nosso futuro será uma odontologia rápida e cada vez mais precisa com o emprego de materiais biomiméticos. Estamos nos aproximando cada vez mais da possibilidade de aplicar modelos de engenharia de tecidos que tornem viáveis as substituições das estruturas dentárias e ósseas perdidas por material biológico semelhante ou até mesmo igual ao originalmente existente.



Para Rodrigo Donegá o bairro em que trabalha (Jardim Vera Cruz) lhe trouxe uma experiência muito rica porque ao longo dos 12 anos pode acompanhar o desenvolvimento e crescimento do local, assim também, o reconhecimento, a fidelidade de seus pacientes. O que o fez se sentir realizado e incentivado a desenvolver novos projetos por lá.

Logo que iniciou sua carreira, João Flávio foi convidado a coordenar o projeto de Prevenção Bucal desenvolvido pelo Sesi junto as industrias de Franca que também se expandiu para a região
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